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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Pergunte ao Farmacêutico: Os mitos e verdades sobre os hormônios bioidêntic...
Pergunte ao Farmacêutico: Os mitos e verdades sobre os hormônios bioidêntic...: “Gostaria de maiores esclarecimentos sobre reposição hormonal com hormônios bioidênticos. Qual a diferença deles para os sintéticos? quais s...
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
O QUE ACONTECE COM SEU CORPO NA MENOPAUSA
QUERIDAS AMIGAS,
vocês tem idéia do que acontece com nosso corpo, mente e espírito quando a produção do tal hormônio estrogênio desaparece? Leia , pesquise e procure se informar sobre essa fase de vida tão bonita , mas que exige muitos cuidados especiais.
Dá uma olhadinha nessa informação:
http://www.lincx.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=
Mais um pouco sobre sobre o estrogênio:
O estrogênio, mais especificamente o estradiol, é o hormônio natural e básico da mulher. Sua produção começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher e vai até a menopausa.
vocês tem idéia do que acontece com nosso corpo, mente e espírito quando a produção do tal hormônio estrogênio desaparece? Leia , pesquise e procure se informar sobre essa fase de vida tão bonita , mas que exige muitos cuidados especiais.
Dá uma olhadinha nessa informação:
http://www.lincx.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=
Mais um pouco sobre sobre o estrogênio:
O estrogênio, mais especificamente o estradiol, é o hormônio natural e básico da mulher. Sua produção começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher e vai até a menopausa.
A falta de estrogênio causa as ondas de calor ou fogachos, de forma variável, em aproximadamente 75% a 80% das mulheres. O estrogênio também é responsável pela textura da pele feminina e pela distribuição de gordura. Sua falta causará a diminuição do brilho da pele e uma distribuição de gordura mais masculina, ou seja, na barriga.
É a falta de estrogênio que causa a secura vaginal, que acaba por afetar o desejo sexual, pois transforma as relações em algo desagradável e doloroso.
O estrogênio também é relacionado ao equilíbrio entre as gorduras no sangue, colesterol e HDL - colesterol. Estudos mostram que as mulheres na menopausa têm uma chance muito maior de sofrerem ataques cardíacos ou doenças cardiovasculares.
O estrogênio também é relacionado ao equilíbrio entre as gorduras no sangue, colesterol e HDL - colesterol. Estudos mostram que as mulheres na menopausa têm uma chance muito maior de sofrerem ataques cardíacos ou doenças cardiovasculares.
Outra alteração importante na saúde da mulher pela falta de estrogênio é a irritabilidade e a depressão. O estrogênio está associado a sentimentos de bem-estar e elevada autoestima, e a falta dele pode causar depressão em graus variados.
Por último, o estrogênio é responsável pela fixação do cálcio nos ossos. Após a menopausa, grande parte das mulheres passará a perder o cálcio dos ossos, doença chamada osteoporose, responsável por fraturas e por grande perda na qualidade de vida da mulher.
Estudos recentes têm associado a falta de estrogênio ao Mal de Alzheimer, perda progressiva e total da memória.
Por último, o estrogênio é responsável pela fixação do cálcio nos ossos. Após a menopausa, grande parte das mulheres passará a perder o cálcio dos ossos, doença chamada osteoporose, responsável por fraturas e por grande perda na qualidade de vida da mulher.
Estudos recentes têm associado a falta de estrogênio ao Mal de Alzheimer, perda progressiva e total da memória.
Dr. Sérgio Passos
domingo, 21 de agosto de 2011
Fisioterapia na Prevenção e Tratamento do "Síndrome de Queda" - e-Fisioterapia.com - Portal
Fisioterapia na Prevenção e Tratamento do "Síndrome de Queda" - e-Fisioterapia.com - Portal
Muitos amigos e pacientes mais velhos , reclamam que estão se sentindo desequilibrados e fracos ao executarem tarefas motoras que exigem rapidez e forca muscular. Isso não significa que precise estar idoso para iniciar esse processo de perda da funcionalidade ,que inclue dificuldades para sair de um carro, sentar e levantar de poltronas e cadeiras diferentes e mais baixas. A pessoa percebe que já não apresenta um funcionalidade como antigamente, isso significa perda de força muscular, de equilíbrio dinâmico e de treino funcional.
Esse é o início do processo desencadeador da síndrome de queda. Para prevenção, recomenda-se o movimento, a atividade física, os exercícios de força para membros inferiores e core ( musculatura do centro do corpo), a propriocepcão e os estímulos sensoriais.
Leia o artigo e compreenderá melhor.
Previna-se!! cuide-se !! ame-se!!
Muitos amigos e pacientes mais velhos , reclamam que estão se sentindo desequilibrados e fracos ao executarem tarefas motoras que exigem rapidez e forca muscular. Isso não significa que precise estar idoso para iniciar esse processo de perda da funcionalidade ,que inclue dificuldades para sair de um carro, sentar e levantar de poltronas e cadeiras diferentes e mais baixas. A pessoa percebe que já não apresenta um funcionalidade como antigamente, isso significa perda de força muscular, de equilíbrio dinâmico e de treino funcional.
Esse é o início do processo desencadeador da síndrome de queda. Para prevenção, recomenda-se o movimento, a atividade física, os exercícios de força para membros inferiores e core ( musculatura do centro do corpo), a propriocepcão e os estímulos sensoriais.
Leia o artigo e compreenderá melhor.
Previna-se!! cuide-se !! ame-se!!
terça-feira, 19 de julho de 2011
HPV , perigo além do útero
O vírus que ficou famoso por deflagrar tumores de colo uterino agora é acusado de provocar a doença na garganta e em outras áreas do corpo. Investigamos o que é possível fazer para escapar dele
por DIOGO SPONCHIATO design PILKER ilustrações BRUNO ALGARVE
No tribunal dos colaboradores do câncer, o papilomavírus humano, mais conhecido pela sigla HPV, já não responde apenas por danos a um único órgão ou por uma ameaça exclusiva ao sexo feminino. O micro-organismo sexualmente transmissível continua responsável pela esmagadora maioria dos tumores de colo de útero, um dos campeões em incidência entre as mulheres.
Mas — atenção, homens, essa notícia também lhes interessa — a ciência alerta: o mau elemento abre o caminho ao problema em outras redondezas do corpo. Onde? Uma revisão recém-publicada pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, esmiuçou, por exemplo, a íntima associação entre o HPV e um boom de tumores de boca e garganta . “Há um aumento na ocorrência de câncer de garganta em pessoas mais jovens do que o habitual e, em um número significativo deles, se observa a presença do vírus”, constata o cirurgião oncológico Fernando Luiz Dias, chefe do Setor de Cabeça e Pescoço do Instituto Nacional de Câncer. “Dados americanos indicam que até 50 ou 60% dos episódios da doença estejam relacionados ao HPV”, conta seu colega de especialidade André Lopes Carvalho, diretor científico do Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista.
Se levarmos em consideração os genitais, também deparamos com o malfeitor. “Em metade dos casos de câncer de pênis há a participação do HPV”, calcula o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nas mulheres, ele é capaz de semear o mal na vagina e na vulva. E, independentemente do gênero, nem o ânus é poupado.
É preciso lembrar que nem todos os HPVs estão mancomunados com o câncer — hoje se sabe que os tipos 16 e 18 são os principais envolvidos. “E o contato com o vírus, mesmo que seja um de alto risco, não significa que haverá um tumor”, tranquiliza a bióloga Paula Rahal, da Universidade Estadual Paulista, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Predisposição genética para o câncer, baixa imunidade e tabagismo pesam na conta que resulta no problema. “Até 80% das mulheres infectadas eliminam o HPV espontaneamente em dois anos sem ter sintomas”, conta a ginecologista Cristina Helena Rama, do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, na capital paulista.
Mas, claro, não dá para confiar na sorte, sob pena de cair no grupo das que irão colher retaliações mais graves. “Daí a necessidade de se submeter a exames de rotina, como o papanicolau, que identificam alterações no útero”, orienta Cristina. “Do momento da infecção ao surgimento do câncer podem transcorrer até 20 anos”, avisa Paula. Estendendo a mensagem aos outros alvos do HPV, qualquer sinal de algo errado na boca, na garganta ou no pênis merece policiamento médico. Aliás, um estudo também associou esse vírus ao câncer de mama. Mas os especialistas ouvidos por SAÚDE! acreditam que é cedo para fazer essa última acusação.
De qualquer modo, antes de procurar o intruso, você deve saber o que está ao seu alcance para se esquivar dele. Parte da resposta resvala nos princípios do sexo seguro. “Apesar de não ser 100% eficaz no caso do HPV, a camisinha ajuda a evitar a infecção”, diz Cristina. O problema é que o preservativo é deixado para a hora da penetração. E mais: o próprio saco escrotal, por exemplo, pode portar o vírus. Por mais careta que soe, quanto menos parceiros alguém tiver, menor o risco do contágio. Também é crucial cortar outros fatores pró-câncer. “Para os tumores de garganta, há um efeito combinado entre o cigarro, o álcool e a presença do vírus”, afirma Carvalho.
A fórmula mais segura e eficiente seria a imunização, por enquanto destinada às mulheres entre 9 e 26 anos. Especialistas já avaliam a aplicação em outras faixas etárias e a liberação para os homens — nos Estados Unidos, um dos imunizantes foi aprovado para a ala masculina visando à prevenção das verrugas genitais. “Dos tumores associados ao vírus, cerca de 70% dos de colo de útero, 80% dos de amígdala e 40% dos de pênis estão relacionados aos HPVs 16 e 18, os contemplados pelas vacinas disponíveis”, diz a bióloga Luisa Lina Villa, do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo. A despeito dos estudos em andamento e da discussão custo/benefício, o maior pesadelo do HPV será sua condenação a um futuro com vacina para todo mundo.
por DIOGO SPONCHIATO design PILKER ilustrações BRUNO ALGARVE
No tribunal dos colaboradores do câncer, o papilomavírus humano, mais conhecido pela sigla HPV, já não responde apenas por danos a um único órgão ou por uma ameaça exclusiva ao sexo feminino. O micro-organismo sexualmente transmissível continua responsável pela esmagadora maioria dos tumores de colo de útero, um dos campeões em incidência entre as mulheres.
Mas — atenção, homens, essa notícia também lhes interessa — a ciência alerta: o mau elemento abre o caminho ao problema em outras redondezas do corpo. Onde? Uma revisão recém-publicada pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, esmiuçou, por exemplo, a íntima associação entre o HPV e um boom de tumores de boca e garganta . “Há um aumento na ocorrência de câncer de garganta em pessoas mais jovens do que o habitual e, em um número significativo deles, se observa a presença do vírus”, constata o cirurgião oncológico Fernando Luiz Dias, chefe do Setor de Cabeça e Pescoço do Instituto Nacional de Câncer. “Dados americanos indicam que até 50 ou 60% dos episódios da doença estejam relacionados ao HPV”, conta seu colega de especialidade André Lopes Carvalho, diretor científico do Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista.
Se levarmos em consideração os genitais, também deparamos com o malfeitor. “Em metade dos casos de câncer de pênis há a participação do HPV”, calcula o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nas mulheres, ele é capaz de semear o mal na vagina e na vulva. E, independentemente do gênero, nem o ânus é poupado.
É preciso lembrar que nem todos os HPVs estão mancomunados com o câncer — hoje se sabe que os tipos 16 e 18 são os principais envolvidos. “E o contato com o vírus, mesmo que seja um de alto risco, não significa que haverá um tumor”, tranquiliza a bióloga Paula Rahal, da Universidade Estadual Paulista, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Predisposição genética para o câncer, baixa imunidade e tabagismo pesam na conta que resulta no problema. “Até 80% das mulheres infectadas eliminam o HPV espontaneamente em dois anos sem ter sintomas”, conta a ginecologista Cristina Helena Rama, do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, na capital paulista.
Mas, claro, não dá para confiar na sorte, sob pena de cair no grupo das que irão colher retaliações mais graves. “Daí a necessidade de se submeter a exames de rotina, como o papanicolau, que identificam alterações no útero”, orienta Cristina. “Do momento da infecção ao surgimento do câncer podem transcorrer até 20 anos”, avisa Paula. Estendendo a mensagem aos outros alvos do HPV, qualquer sinal de algo errado na boca, na garganta ou no pênis merece policiamento médico. Aliás, um estudo também associou esse vírus ao câncer de mama. Mas os especialistas ouvidos por SAÚDE! acreditam que é cedo para fazer essa última acusação.
De qualquer modo, antes de procurar o intruso, você deve saber o que está ao seu alcance para se esquivar dele. Parte da resposta resvala nos princípios do sexo seguro. “Apesar de não ser 100% eficaz no caso do HPV, a camisinha ajuda a evitar a infecção”, diz Cristina. O problema é que o preservativo é deixado para a hora da penetração. E mais: o próprio saco escrotal, por exemplo, pode portar o vírus. Por mais careta que soe, quanto menos parceiros alguém tiver, menor o risco do contágio. Também é crucial cortar outros fatores pró-câncer. “Para os tumores de garganta, há um efeito combinado entre o cigarro, o álcool e a presença do vírus”, afirma Carvalho.
A fórmula mais segura e eficiente seria a imunização, por enquanto destinada às mulheres entre 9 e 26 anos. Especialistas já avaliam a aplicação em outras faixas etárias e a liberação para os homens — nos Estados Unidos, um dos imunizantes foi aprovado para a ala masculina visando à prevenção das verrugas genitais. “Dos tumores associados ao vírus, cerca de 70% dos de colo de útero, 80% dos de amígdala e 40% dos de pênis estão relacionados aos HPVs 16 e 18, os contemplados pelas vacinas disponíveis”, diz a bióloga Luisa Lina Villa, do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo. A despeito dos estudos em andamento e da discussão custo/benefício, o maior pesadelo do HPV será sua condenação a um futuro com vacina para todo mundo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Oa chakras e o sistema endócrino
De acordo com o livro A Bíblia dos Chakras,
A posição dos chakras no corpo mostra um paralelo com a posição das glândulas do sistema endócrino.As principais glândulas endócrinas:
CHAKRA DA COROA
GLÂNDULA PINEAL- secreta uma hormônio que pode ajudar a regular padrões do sono e do estado desperto.
CHAKRA DA TESTA
GLÂNDULA PITUITÁRIA, muitas vezes chamada de "glândula mestra", produz hormônios que controlam diversas outras glândulas.
CHAKRA DA GARGANTA
GLÂNDULA TIREOIDE produz hormônios que controlam a medida que as células queimam combustível a partir dos alimentos para produzir energia.
CHAKRA DO CORAÇÃO
TIMO desempenha papel impostante no desenvolvimento do sistema imune nos primeiros estágios de vida.
CHAKRA DO SACRO
SUPRARRENAIS desempenha grande papel na regulacão da resposta do corpo ao estresse, equilibrando o sistema imune e o metabolismo.
CHAKRA DA BASE
AS GÔNODAS ( testículos e ovários) controlam o impulso sexual, o desenvolvimento sexual e a fertilidade.
CHAKRA DO PLEXO SOLAR
AS ILHOTAS DE LANGERHANS, células especializadas do pancrêas, secretam a insulina necessária para o metaboismo do açucar.
Os hormônios secretados por cada uma dessas glândulas exercem um efeito impressionante na psicologia humana e seus desequilíbrios podem causar problemas tanto físicos como emocionais.
Há sete chakras principais que interagem com as glândulas endócrinas e com o sistema linfático do corpo, introduzindo continuamente boa energia e descartando a energia não desejada. Portanto é importante para nossa SAÜDE geral e para a PREVENÇão de doenças que saibamos nutrir nossos chakras de maneira correta.
EQUILIBRAR OS CHAKRAS
Você tem várias maneiras de levar equilíbrio aos chakras, pode ser através de MEDITAÇÃO, reflexologia, cores, yoga, aromoterapia, respiracão, alimentos, cristais e outras técnicas.
Portanto... limpar o nosso corpo energético faz toda a diferenca!!! Experimente!!
Saúde e paz!!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
LIBERAÇÃO MIOFASCIAL
FÁSCIA
No fundo o mais importante (e simples de entender) é que ela é composta por elastina que lhe dá qualidades elásticas e colagénio que lhe dá qualidades de cola.
É este equilíbrio, entre a quantidade de elastina e de colagénio, que permite que os tecidos tenham flexibilidade e elasticidade até determinados limites.
Quando este equilíbrio se rompe, cria-se o terreno propício ao aparecimento de problemas de saúde como dores,fibromialgia,cansaço, etc.
A fáscia envolve qualquer célula, órgão, tecido, músculo, fibra, etc. e hoje sabe-se que ela tem um papel determinante no estado e condição de qualquer parte do nosso corpo.
Qualquer problema na fáscia afecta e muitas vezes cria problemas de saúde para os quais não existe qualquer explicação uma vez que ainda não se consegue ver nem medir a fáscia e a sua condição.
É a fáscia que uma vez alterada cria muitos dos problemas como fibromialgia, dores,dores crónicas,dores miofasciais, problemas de circulação, problemas de drenagem, problemas de sensibilidade, problemas nos órgãos, escolioses, etc. etc.
A fáscia percorre todo o corpo ligando todas as partes. Ela vai da cabeça aos pés ligando e afectando tudo.
Ela é a responsável pela propagação de problemas ao longo do corpo e a responsável por muitos dos problemas que se manifestam numa zona tenham uma origem bem distante do local onde se manifestam.
Exemplos óbvios de alterações dafáscia são problemas num ombro onde muitas das vezes isso é apenas a manifestação de um problema existente noutra parte do corpo como por exemplo uma bacia mais baixa ou mesmo uma perna curta.
Segundo Ken Knakim ,existem 4 tipos de disfunções relacionadas a musculação: são elas, musculares, articulares, nervosas e bioquímica e a autoliberação miofascial atua nas disfunções musulares.
Atulmente a autoliberação miofascial está sendo usada como aquecimento e trabalho preventivo de lesões.
A liberação miofascial pode ser usada tanto como profilaxia de problemas motores, assim como, tratamento de problemas que acometem o sistema motor (lombalgias, cervicalgias, etc).
Você pode fazer em qualquer lugar a auto liberação miofascial com o Foam roller (foto). O foam roller não é nada mais que um rolo de espuma é um tubo cilíndrico feito de espuma densa que você rolar nos músculos . Rolando sobre o rolo de espuma que vai proporcionar um efeito de massagem nas partes moles do nosso corpo. Você pode ajustar a tensão sobre os músculos e outros tecidos moles, colocando mais peso sobre o foam roller com seu peso corporal. Você pode usar também uma bola de tênis ou uma bola de Lacrosse.
Ao usar o foam roller o rolo de espuma , você vai rolar sobre cada área dos músculos de ponta a ponta .
E quais são os benefícios da liberação miofascial como uma ferramente de recuperação para os músculos ?
O Foam roller / Rolo de espuma aumenta a tensão muscular e provoca uma resposta no GTO (mechonreceptor sensíveis a mudanças na tensão muscular, encontrado na junção músculo-tendão) provocando um relaxamento no músculo. Esta permite uma maior amplitude de movimento (extensibilidade) e liberação da tensão muscular. Rolos de espuma também ajuda na remoção de nódulos adesões (qualidade).
Músculos e outros tecidos com nódulos, adesões, têm três aspectos importantes:
- Lesões agudas (trauma, distensões etc..)
- Acumulação de pequenos traumas (micro-traumas)
- Não recebendo oxigênio suficiente (hipóxia)
Cada um desses fatores pode levar o seu organismo a produzir uma profunda cicatriz na área afetada Este tecido cicatricial se liga a tecidos que necessitam ter movimentos livre . Como o tecido cicatricial aumenta, os músculos se tornam mais curtos e mais fracos, a tensão nos tendões pode causar tendinite, e os nervos podem ficar "presos." Isso pode causar uma redução na amplitude de movimento,
perda de força e dor. Se um nervo está preso você também pode sentir formigamento, dormência,e fraqueza. "(Dr. Michael P. Leahy, DCC)
.
Boa leitura:
http://fasciacongress.org/2009/
http://www.myofascialrelease.com/home.asp
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Subir escadas é um ótimo exercício !!!
Gente!! subir escadas é um exercício maravilhoso, fortalece coração e musculatura dos membros inferiores, porém é muito forte e deve-se iniciar o treino preogressivamente devido a sobrecarga cardíaca. Claro que você deve estar com uma ótima saúde e sem problemas na coluna, além disso ,a postura durante a atividade deve ser vigiada para evitar dores na coluna lombar.
A mulherada adora subir escadas porque trabalha intensamente a musculatura dos glúteos. Observe no vídeo a biomecânica do movimento de subir escadas e se anime com esse tipo de treino.
Assista...
http://youtu.be/YciBegQjpXo
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